Tom Acústico - Seu Jorge e Ana Carolina

O Tom Brasil Nações Unidas abre espaço para o projeto Tom Acústico, que reúne artistas de diferentes gêneros musicais, mas com grandes afinidades. A idéia é promover, a princípios mensais, entre nomes conhecidos da nossa música fazendo espetáculos em um formato mais intimista e bem diferente do que normalmente fazem em seus próprios shows.

Segundo Maitê Quartucci e Márcia Alvarez, programadoras do Tom Brasil, a idéia surgiu em conversas informais de camarim. "Fomos percebendo o prazer que os artistas têm em cantar músicas que não fazem parte do seu repertório habitual e também em dividir o palco com outros artistas com quem têm afinidades", explicam. "Além disso, o show acústico possibilita que os artistas mostrem suas canções de uma forma mais próxima à maneira com que foram criadas, sem a utilização de instrumentação", completam.

E a primeira edição do projeto, que acontece nos dias 12 e 13 de agosto, apresentará Seu Jorge e Ana Carolina.

Para a cantora a iniciativa do Tom Brasil de organizar esse projeto só tem a acrescentar na carreira de qualquer artista. Já Seu Jorge acredita que trabalhos como esse sempre criam oportunidades para divulgar a música brasileira.

A dupla canta seis músicas cada um e seis músicas juntos, dentre elas Carolina (do Seu Jorge), O Beat da Beata (de Ana Carolina e Seu Jorge) e Cotidiano (de Chico Buarque). Ana Carolina fará em sua participação solo, uma música inédita, chamada Unimultiplicidade, composta com Tom Zé e que fala sobre a corrupção na política brasileira.O cenário com flores reais e luz do Fábio Scheffer.

Fonte: NecNews - Redação Brasil

As faíscas de um encontro explosivo


Ana Carolina conversa animadamente, enquanto Seu Jorge, sentado em um canto de um sofá, olha para o lado. Os dois estão promovendo o disco e DVD “Ana & Jorge ao vivo” (Sony&BMG), mas uma divergência quanto ao figurino teria gerado uma briga — os dois já se envolveram em confusões do tipo antes — e a dupla parou de se falar.

— Vai ser tenso — avisa a empresária Marilene Gondim.

A tensão dura na espera pelo atrasado Seu Jorge, e vai até a frase de Ana Carolina:

— Você sabe que nós não estamos nos falando, né ? — pergunta ela. — Nós nos tornamos inimigos mortais.
— É tudo somente sexo e amizade — emenda ele, de bate-pronto, iniciando a primeira sessão de gargalhadas. — Nosso único duelo está na música “Comparsas”, uma espécie de embolada em que apresentamos um ao outro.

Espontaneidade e política marcam o show 
Explosivos, cheios de opiniões e eventualmente arrogantes, os dois destacam dois aspectos do novo projeto: a espontaneidade e a política.

— Montamos o show sem pensar em CD, DVD, nada disso — diz Jorge. — Minha idéia inicial era bater uma carteirinha (gíria para “ganhar algum dinheiro”) no Tom Brasil, que me chamou para um show acústico, onde eu poderia ter um convidado. Chamei a minha cumádi Ana Carolina e consegui uma ótima visibilidade graças a ela. Seriam só dois shows, que ensaiamos na garagem da minha casa. 
Quando a procura por ingressos fez a casa marcar mais uma data, e depois outra, veio a idéia de registrar os shows.

— Fizemos isso nós mesmos, para nós mesmos — conta Ana, que bancou a gravação em parceria com Seu Jorge.

O parceiro, como sempre, tem uma percepção própria.


— A gravação era para os nossos filhos, os que eu já tenho e os que a Ana pode vir a ter — diz ele. — Mas tudo funcionou tão bem, o público gostou tanto, que seria bobagem não lançar o registro.
No show, os dois resolvem tudo sozinhos, em diversos instrumentos. Há apenas uma participação, da violoncelista Flávia Mascareño.

— É importante mostrar que a gente se garante — diz Jorge. — Podemos não ser os melhores instrumentistas, mas fica um show redondo. 
Ana é a primeira a destacar um suposto lado político.
— É importante a gente incentivar o debate — avalia ela. — Fiz a música “Brasil corrupção (Unimultiplicidade)” com o Tom Zé muito antes de a crise política pegar fogo. Temos que falar nisso sempre, não só quando há problemas ou perto das eleições.

O papo político-social é uma das especialidades de Jorge.

— Temos que discutir as bases da unidade do povo brasileiro — discursa ele. — Não só os negros, ou os nordestinos, ou qualquer categoria ou classe social, mas o povo brasileiro. Temos uma credibilidade que os políticos não têm. O público gostaria de nos ouvir cantando só sobre o amor, mas nossa responsabilidade é maior.
Por isso ele incluiu o samba “Problema social”, antigo sucesso de Neguinho da Beija-Flor que conta a história de um menino pobre como ele.

— Além de me identificar com a letra, homenageio um dos autores, o Guará, uma promessa do samba que acabou assassinada — diz ele, atual morador de São Paulo. — Estou adorando. São Paulo também é Brasil, vamos combinar, né ? Aliás, é o coração do Brasil. Amo o Rio, mas não tenho saudades das praias nem do Arpoador. Não vim de lá, vim da Baixada Fluminense. 
Ele se prepara para mais um ano cheio, o que deve sepultar as chances de mais shows:

— Tenho que gravar um disco para o Brasil e outro para os EUA — conta ele. — E pelo menos três filmes, no Brasil, na Venezuela e na Espanha. Sou um ator brasileiro negro, tenho que aproveitar a demanda pelo meu trabalho.

Fonte: O globo

Ana Carolina é Premiada



A cantora recebeu disco de platina pelos seus DVDs. Para receber tal certificado pela obra, no caso DVD, o artista precisa ter alcançado uma vendagem mínima de 50 mil cópias. “Estampado”, lançado em Outubro de 2003, vendeu até o momento 60 mil cópias, enquanto que “Estampado – Um Instante Que Não Pára”, lançado em Novembro do ano passado, atingiu 50 mil unidades. A cantora recebeu os prêmios na noite desta última segunda-feira, dia 28, no Rio de Janeiro.

Fonte: Canal Pop

No tom de Ana Carolina


A cantora Ana Carolina entra em estúdio ainda este ano para gravar seu quarto disco, já com
uma música inédita, Eu Gosto de Homens e Mulheres, estourada em show. Mas a idéia de Ana é lançar o CD somente em 2006. Afinal, Pra Rua me Levar, faixa do CD anterior, Estampado, entrou na trilha de América.

Nesta segunda-feira, 28, a cantora Ana Carolina recebeu vários amigos no restaurante Zero Zero, no bairro carioca da Gávea. Na ocasião, Ana foi premiada com dois discos de platina pelas 100 mil cópias vendidas de seus dois DVDs – Estampado e Estampado, Um Instante que não Para -, num coquetel oferecido a ela.

Os prêmios foram entregues à cantora pelo presidente de sua gravadora, a Sony BMG, Marcelo Schiavo, numa noite que consagrou a paixão de Ana pelo trabalho:


“Eu amo trabalhar e estou muito feliz com esse sucesso. Ele é importante porque é conseqüência de muito trabalho. Tenho orgulho de fazer o que gosto e sei que isso é raro nos dias de hoje. Me sinto realizada por isso”.
Abraçada por dezenas de amigos, como Adriana Esteves, Latino, Leonardo Vieira e Jorge Vercilo, Ana, de paletó preto, calça jeans e os longos cabelos soltos até o meio das costas, não escondeu que a música está em primeiro lugar em sua vida:

“Qualquer assunto para mim vira música. Estou numa fase muito rica e criativa. Costumo fazer saraus em minha casa e é assim que nascem muitas parcerias”. 
Ela apontou as telas espalhadas pelas paredes do Zero Zero e revelou:

“Essas telas são minhas. Toda música que faço eu completo com uma tela, e elas acabam indo para a casa de amigos. Assim que tiver mais pinturas, faço uma exposição. Sei que meu trabalho não é academizado, mas é livre e é sentimento”. 
A decoração do restaurante era à luz de velas, com bancos, mesas e cadeiras de madeira espalhados, que davam um ar de elegante descontração ao ambiente. Tanto ali como na parte interna da casa, dois telões exibiam Ana Carolina em shows, cantando na intimidade e em cenas domésticas.

Convidados famosos 


Entre os amigos que foram abraçar a cantora uma das mais animadas era a atriz Adriana Esteves, que vai viver Heloísa, em A Lua Me Disse, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, próxima novela das sete da TV Globo. A atriz falou de sua amizade com Ana Carolina:
“Sou fã e amiga de Ana Carolina. Adoro o repertório dela. Mas uma das que mais me marcou eu ouvi e gostei antes mesmo de conhecer a Ana. É a canção Quem de Nós Dois, primeiro sucesso dela, versão de uma música italiana. É muito bonita e fala ao coração".
O ator português Ricardo Pereira, o Daniel de Como Uma Onda, da TV Globo, também fez questão de abraçar a amiga:

“Quando a conheci achei-a muito simpática e com uma música maravilhosa. Fui revê-la no Canecão, tempos atrás. Além disso, gosto muito da canção que ela canta na trilha sonora de Como Uma Onda, o tema de Nina, que se chama Nua. Portanto, tinha que vir aqui hoje".

O cantor e compositor Jorge Mautner falou de sua ligação musical com Ana Carolina:
“Me identifico demais com a Ana Carolina, com a grande cantora que ela é. Costumo freqüentar seus saraus, que são maravilhosos. Ana é muito espiritual. E um verdadeiro vulcão”.
Ana Carolina, que esteve acompanhada pela mãe, Aparecida, contou que, por enquanto, não pretende fazer show no Rio. Muito feliz com a premiação, ela dividiu a noite com os que foram abraçá-la, como Aleh Ferreira, cantor e compositor, autor da música-tema do seriado A Diarista, da TV Globo, o DJ Zé Pedro, Latino, Jorge Vercilo, João Donato, Nelson Jacobina, a atriz Ilde Silva, o vice-presidente da Sony BMG, Kevin Ridler, a atriz Ana Beatriz Nogueira, o ator Leonardo Vieira e a amiga Karabachian, entre outros.

O fundo musical da noite de premiação incluiu, entre outras canções, o repertório mais conhecido da cantora, como Garganta, Encosta na Tua, Quem de Nós Dois, Sinais de Fogo – que ela deu para Preta Gil gravar -, Nada pra Mim e Uma Louca Tempestade.

Fonte: O Fuxico

O show de surpresas de Ana Carolina

Autenticidade e interpretação. É assim que se define “Estampado”, show da cantora Ana
No palco do Claro Hall, 
Ana Carolina dividiu-se entre o
microfone, o violão e o pandeiro
Carolina que lotou o Claro Hall nos dias 20 e 21 de março. A alternância entre a guitarra e o violoncelo, o romantismo e o rock ‘n’ roll fez do show uma deliciosa surpresa. Em constante evolução como compositora e cantora, Ana Carolina está com mais um sucesso na boca do povo,Encostar na Tua (tema da novela “Celebridade”), que há várias semanas é uma das músicas mais executadas nas principais rádios do Brasil. Isso após o sucesso de Elevador (Livro de Esquecimento), primeira faixa de trabalho do disco, que também obteve grande repercussão.


Dirigido por Enrique Diaz e com direção musical de Ana Carolina e Dunga (baixista da banda dela), o show é repleto de projeções diferenciadas; de acordo com cada canção, imagens concretas, abstratas e palavras decoram a lona de caminhão que compõe o cenário. E com os arranjos não poderia ser diferente. O pandeiro, que já é histórico na carreira da cantora, ganhou mais destaque na versão da embolada Vox Populi (uma das faixas de Estampado), na qual Ana coloca músicos da banda tocando o instrumento junto com ela e deixando o povo doido pra sambar.
Em Vestido Estampado, outra faixa de Estampado, a cantora faz uma homenagem aos sambistas antigos, em uma versão com voz, violoncelo e isqueiro. Outro destaque do show, que deixou a platéia boquiaberta, é quando, na música 2 Bicudos (também de Estampado), Marcelo Costa (bateria) e Leonardo Reis (percussão) tocam de maneira sincronizada o cajon, uma espécie de caixa acústica.

“Eu gosto é de mulher”

O show de Ana Carolina demonstra a cumplicidade e a harmonia entre os integrantes da banda e a cantora. Aliás, dos músicos que gravaram Estampado apenas dois permanecem com ela: Dunga e o violoncelista Lui Coimbra (que deu um toque diferente ao hit Garganta com seu cello). A eles se juntaram, além de Marcelo Costa e Leonardo Reis, o guitarrista Vinícius Rosa e o tecladista Carlos Trilha (produtor do grupo Catedral).
Durante o espetáculo, Ana Carolina pareceu muito à vontade, pedindo, inclusive, dois minutos para tomar uma água por conta de tamanha emoção. Ela cantou sucessos de seus dois discos anteriores, como Garganta e Quem de Nós Dois, intermediadas por canções menos conhecidas do novo CD, que já ganhou disco de ouro por mais de 100 mil cópias vendidas (O DVD também ganhou o prêmio, por vender mais de 25 mil unidades). A cantora ainda fez uma versão voz e piano para Pra Rua Me Levar, música dela gravada por Maria Bethânia em Maricotinha.

Os dois momentos mais polêmicos da atual turnê são quando Ana Carolina canta a nova Beat da Beata e Eu Gosto É de Mulher, sucesso do Ultraje a Rigor nos anos 80. A primeira traz versos controvertidos como “Tem beata, tem sapata, tem frei pegando gay / Tem puta loirinha e tem mulata, paraíba surdo e japonês / Na boate, o bate-estaca, preconceito não vez / Vale tudo, é tudo certo, porque a razão é do freguês”, enquanto a segunda expõe a sexualidade da cantora.
Agora só resta esperar a novidade que Ana Carolina vai trazer na próxima turnê, porque desta vez, novamente, a versatilidade musical dela foi plausível. Não é qualquer um que compõe, canta, toca violão de cordas de aço e de nylon, guitarra, pandeiro...

Os beats de uma cantora nada beata


Ana Carolina começou o ano de 2005 com o pé direito. 
A turnê de lançamento do DVD Ana Carolina no Canecão. 
A cantora mineira levou os cariocas ao delírio
com suas músicas românticas e sua irreverência
Estampado – Um Instante Que Não Pára (BMG) levou uma multidão para o Canecão, no Rio de Janeiro, durante os sete dias em que ficou em cartaz. Este é o segundo disco audiovisual da mineira de Juiz de Fora, que, aos 27 anos e com três CDs gravados, já firmou seu nome como uma das grandes vozes da MPB.

O atual espetáculo é uma versão cheia de requinte para todo o repertório de Ana: harpas, quarteto de cordas e sete pandeiros incrementam e dão uma batida nova para as músicas já consagradas da cantora, como Garganta e Nada pra Mim. O sucesso se confirma também nas novelas, onde ela emplacou três músicas do ultimo CD,Estampado: Encostar na Tua, Uma Louca Tempestade e Nua. O resultado, no Canecão, não poderia ser outro: anônimos e famosos emocionados fazendo coro e gritando, histéricos, a cada música.

Ana Carolina é cantora, arranjadora, violonista, percussionista e compositora, mas é nos shows que as pessoas podem constatar que ela consegue ser bem mais. Ela canta, toca violão, guitarra, pandeiro e emociona o público ao recitar belíssimos versos de E. E. Cummings e Benjamin Constant, num dos momentos mais emocionantes do show. A platéia aplaude de pé.

O repertório do espetáculo é baseado no CD Estampado, passando pelos grandes sucessos do seu disco de estréia, Ana Carolina(1999), e o segundo, Ana Rita Joana Iracema Carolina (2001). Nessa mistura de hits e emoções, a platéia revive cada verso de forma intimista e contagiante.

O romantismo, tão presente em Estampado, não deixa os apaixonados na mão. A seqüência É Mágoa, Que Se Danem os Nós,Pra Rua Me Levar (composta para Maria Bethânia) e Só Fala em Mim é o grande momento dos casais, que trocam beijos sem preconceitos entre um verso e outro.

Cantora apresenta música inédita
O deboche e a irreverência sempre foram características marcantes nos shows de Ana. Ela brinca com o público, troca versos da música Garganta e acha graça das polêmicas que envolvem as canções.

Depois dos polêmicos versos de O Beat da Beata, uma das faixas de Estampado, a bola da vez foi a música Eu Gosto É de Mulher, sucesso do Ultraje a Rigor. Ana retirou as canções do set-list, mas não sem antes fazer um discurso debochado e já tão peculiar.

E para quem pensava que a polêmica estava encerrada, Ana presenteou seu público com a inédita Eu Gosto de Homens e de Mulheres, e Você, o Que Prefere?. O Canecão foi igualmente ao delírio.


Fonte: Universo Musical

Ana Carolina reestréia Estampado no Rio

A cantora homenageou o dia de São Sebastião do Rio de Janeiro

Ana Carolina reestreou Estampado, seu terceiro CD, no Canecão, no Rio de Janeiro. O show aconteceu no dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. A cantora não deixou de homenagear o lugar que a acolheu de braços abertos: "Esse dia é muito especial. Quero pedir união e pensamento positivo, para que a violência não se torne maior que a beleza desta cidade", ressaltou. Ela aproveitou a oportunidade e dividiu o palco com seu parceiro e amigo Totonho Villeroy, em São Sebastião, canção composta por ele.

Depois de rodar pelo País e passar pelos Estados Unidos, nem mesmo a noite chuvosa afastou os fãs ardorosos, que acompanhavam a cantora em suas canções. O repertório incluiu novos arranjos para velhos hits, como Quem de Nós DoisNada Pra Mim; sucessos recentes como Uma Louca Tempestade,Encostar na TuaNuaElevador; e a inédita Homens e Mulheres. "Essa música é a resposta da Eu Gosto de Mulher (canção do Ultraje a Rigor que Ana incluiu em sua turnê), que deu o que falar", explicou a cantora.

Ana aproveitou que sua platéia estava repleta de famosos e chamou ao palco o seu amigo Aleh, cantor, arranjador e compositor. Sua música é influenciada pela black music sem perder a brasilidade. Seu estilo pode ser definido como mpb soul samba groove, que é também o título do seu CD lançado pela Nikita Music, que inclui grooves/levadas dançantes à MPB por meio de seus arranjos de base e metais inspirados em suas principais influências (de Cartola a James Brown, de Cassiano a Marvin Gaye). Ele cantou sua música Ela é dona do jogo, que abre o programa A Diarista, da Rede Globo. Juntos cantaram Isso aqui, o que é?, canção de Ary Barroso que reverencia o Brasil.





Fonte:Revista Paradoxo