A cantora Ana Carolina estréia hoje uma série de apresentações no Canecão, no Rio de Janeiro. A cantora leva ao palco o show "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", do seu
segundo CD.
No show, ela vai mostrar os sucessos de sua carreira, como "Garganta", "Armazém", "A Canção Tocou na
Hora Errada", "Nada Por Mim", "Quem de Nós Dois" e "Pra Terminar".
Diversas participações especiais estão no roteiro. Hoje, quem divide o palco com a cantora é Adriana Calcanhotto. Para a semana que vem estão confirmadas as presenças de Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini.
Show: Ana Carolina Violão & Voz Convida Os Bambas
Onde: Canecão (av. Venceslau Brás, 215, Botafogo, tel. 0/xx/21/543-1241)
Quando: 13, 20, 21 e 22 de dezembro. Quintas às 21h30, sexta e sábado às 22h
Quanto: R$ 15 a R$ 30
Fonte: Folha Online
Ana Carolina foi a cantora mais ouvida nas rádios em 2001
Na lista das dez canções nacionais mais executadas nas rádios do país, entre os meses de janeiro e novembro, estão faixas de cantores sertanejos tarimbados, pagodeiros e artistas que acabaram de lançar seu primeiro CD. Mas a música que tocou exatamente 26.129 vezes entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2001 foi "Quem de Nós Dois", cantada por Ana Carolina. Os dados são da Crowley Broadcast Analysis do Brasil, empresa de monitoração eletrônica de rádios.
A canção fez parte da trilha sonora da novela "Um Anjo Caiu do Céu" (Globo) e impulsionou Ana Carolina a vender 290 mil cópias de seu disco, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", da BMG. "Foi uma consequência felicíssima de todo trabalho que eu tenho feito", diz a cantora.
Quem não esperava estar entre os mais tocados era a dupla Marlon e Maicon. Em seu primeiro disco, emplacaram "Por Te Amar Assim" em sétimo lugar. "Essa música vai marcar nossa vida para sempre", alegra-se Marlon.
Não necessariamente quem vendeu mais discos viu sua música sendo a mais executada. A dupla Bruno e Marrone vendeu mais de 1 milhão de discos do "Acústico Bruno e Marrone", mas ficaram em terceiro lugar com "Dormi na Praça". "Isso prova que 2001 foi um ano de sonhos para nós dois", comenta o cantor Bruno.
Vavá, namorado da modelo Mari Alexandre, uma das participantes de "Casa dos Artistas" (SBT), também está na lista com "Tua Cara", em sexto lugar.
A lista de pagodeiros é engrossada ainda pelos cantores Alexandre Pires e Belo, respectivamente na oitava e nona posições, com "Usted Se Me Llevo La Vida" e "Quem Será".
Fonte: Ilha
Ana Carolina: acústico com reforço especial

Cantora faz temporada no Rio com participações de Adriana Calcanhotto, Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini
Ana Carolina se apresenta no Canecão (RJ) nos dias 13, 20, 21 e 22 deste mês, com o projeto especial Ana Carolina Violão e Voz Convida Os Bambas. Como o próprio nome indica, trata-se de uma série de shows acústicos (Ana cantará sem banda, só ao violão) que terão a participação de convidados especiais a cada noite. Quem inaugura as dobradinhas é Adriana Calcanhotto. Em seguida, na ordem, vêm Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini.
Fonte: Marco Antonio Barbosa- Clique Music
Ana Carolina efectua showcases em Lisboa e Porto

A cantora brasileira Ana Carolina vai estar em Portugal na próxima semana para promover o seu mais recente álbum «Ana Rita Joana Iracema e Carolina». Além de entrevistas e actuações em programas televisivos, a artista vai efectuar três showcases em Lisboa e Porto, os quais vão ocorrer no início de Novembro.
Ana Carolina surgiu na música brasileira no final da década de 90, quando a filha de Vinicius de Moraes, Luciana, resolveu apostar na sua voz de timbre grave.
Depois de um primeiro trabalho de relativo sucesso no Brasil, Ana Carolina lançou recentemente o segundo álbum,«Ana Rita Joana Iracema e Carolina», no qual a artista encarna todas as mulheres do mundo.
Os showcases vão ocorrer no dia 2 de Novembro, na FNAC NorteShoping (Porto, pelas 21h30), e 3 de Novembro em Lisboa, sendo que na capital a cantora brasileira vai efectuar dois pequenos concertos: um na FNAC de Cascais (pelas 16h00) e outro na FNAC do Centro Comercial Colombo (pelas 21h30).
Fonte: Disco Digital
Ana Carolina, Alcione e Bethânia soltam a voz
Três vozes poderosas encerraram a temporada 2001 dos Concertos MPBr na noite de quarta-feira num Canecão transbordante de fãs alucinados. Ana Carolina, Alcione e Maria Bethânia deram uma interpretação passional a "Fera ferida" em final apoteótico. Foram aplaudidas de pé e de cima das cadeiras por gente absolutamente hipnotizada pelo que acabara de acontecer. "Morri, morri, meu Deus, muito obrigado, eu vi isso, c*, c*,'' blasfemava uma delas em moto contínuo, abanada pelas colegas. Os oito concertos no Rio realizados desde maio foram vistos por 19 mil pessoas que pagaram apenas 10 reais pelo ingresso. O projeto, iniciado ano passado no Rio pela produtora Maria Luisa Jucá, com o patrocínio da Br Distribuidora, está sendo levado este ano também a São Paulo, Porto Alegre e Brasília.
O encerramento na quarta teve um contratempo. O sistema de som pifou na hora da passagem de som, teve que ser remontado e, às 19h30, com uma multidão do lado de fora, Maria Bethânia ainda estava passando o som. Os trabalhos começaram com uma hora de atraso e um grave defeito técnico. O volume estava altíssimo, mais para um show do Sepultura do que de uma cantora de MPB. Os graves saturavam as caixas de som, o microfone de Ana assobiava, um monte de gente na platéia tapou os ouvidos enquanto Ana, alheia aos problemas, abria com "Dadivosa", a faixa de seu novo CD "Ana Rita Joana Iracema Carolina" com récita de Bethânia (pré-gravada).
Sentada numa cadeira alta, ainda por conta das sequelas de um acidente de carro em maio, ela emendou com a faixa-título e deu o boa noite, ressaltando, como todos os artistas, a importância da série que leva shows completos a preços populares, encheu a bola de Jucá, que no fim do show flutuava a meio metro do chão, e foi em frente com uma enfiada de hits de seus dois discos. Se perdeu a mobilidade, Ana não teve prejuízos na voz, que vai dos graves aos falsetes com uma facilidade incrível, mas continua modulando em excesso, uma exagero de quem quer se afirmar.
A platéia inteira entoou "A canção tocou na hora errada", deu um breque na nova música de trabalho, "Pra terminar", de Herbert Vianna, e riu com as brincadeiras do percussionista Da Lua ao berimbau em "Implicante", com Ana na voz e no pandeiro. Além de desfilar cheio de marra pelo palco, como manda o título da canção, ele também deu uma encoxada em Ana. Mais adiante, em "Eu nunca te amei idiota", ela e o guitarrista Elder Costa grudaram as bocas num longo beijo. Ana brincou com a platéia, mandando os casais se xingarem de idiota.
Em "Garganta" adentrou a poderosa Alcione, muito aplaudida, que cantou e depois se dirigiu a Ana. "A primeira vez que ouvi falar de você foi através de minha irmã, Solange, que disse que tinha uma cantora nova que era o cão. Eu ouvi e disse, 'Solange, ela é o cão', e olha eu hoje aqui na coleira.'' As duas fazem um medley de samba, Ana no pandeiro e voz, Alcione dividindo-se entre vocal e um trumpete piccolo em solos meio tremidos.
Mais adiante, Bethânia entra para dar um presente a Ana: canta "Pra rua me levar", música dela e de Totonho Villeroy que gravou em seu novo CD, "Maricotinha", e que canta pela primeira vez em público "sem ensaiar mas com o coração na mão." Ana divide os vocais com ela, as duas de mãos dadas em total enlevo. A diva se vai e Ana emenda alguns hits, incluindo o mega "Quem de nós dois", faz uma brincadeira picante em "Garganta", encerra e volta com "Tou saindo".
Daí chamou as suas divas para o encerramento com "Fera ferida". Os Concertos MPBr prosseguem com quatro shows em Porto Alegre no mês de setembro com Lenine, Ana Carolina, Ed Motta e Cássia Eller. O encerramento é em outubro na capital paulista com três shows de Elba Ramalho, Cássia e Alcione. Os 21 shows nas quatro capitais serão vistos por 90 mil pessoas.
Fonte: Jamari França- Globonews
ANA CAROLINA- Uma voz de fibra

Mesmo se recuperando de um acidente de carro que a levou à UTI, a cantora mantém show no Rio, sobe ao palco de muletas e é dona da música mais tocada nas rádios
Desde o início do mês, a música “Quem de Nós Dois” ocupa o
primeiro lugar nas rádios.
Dona de uma voz grave e potente, Ana
Carolina tem mania de vestir roupas pelo avesso
No sábado 5, a cantora Ana Carolina, 26 anos, pareceu ter acordado de um pesadelo. Com a perna esquerda imobilizada por causa da fratura na tíbia que sofreu ao bater o carro – um Mercedes Classe A que se chocou com um poste na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na terça-feira 1º – , ela revelou a sua mãe, Maria Aparecida de Souza, que estava pronta para ensaiar no dia seguinte. Pela primeira vez desde o acidente, que a deixou na UTI por um dia e lhe custou um corte na cabeça, Ana Carolina demonstrou vontade de continuar sua rotina e até deu gargalhadas. Apesar de não se lembrar do momento em que, cansada após um ensaio, perdeu o controle do carro, ela disse que o acidente foi um choque em sua vida. “Quero cuidar mais de mim agora.” Depois de ter cancelado a estréia do show de seu novo CD Ana Rita Joana Iracema Carolina em Belo Horizonte, a cantora chega dia 17 ao Canecão, no Rio, numa cadeira de rodas, e sobe aos palcos de muletas para estrear seu show.
Desde que recebeu alta do hospital Barra D’Or e foi para casa, no Recreio dos Bandeirantes, seu celular não pára. Recebeu telefonemas de Adriana Calcanhoto e Daniela Mercury, preocupadas com seu estado de saúde. Após lançar seu primeiro álbum, Ana Carolina, que vendeu 100 mil cópias, ela se tornou a queridinha de bambas como João Bosco, Rita Lee e Marina Lima. Em dois anos de carreira, viu ídolos que ouviu na vitrola durante a adolescência tornarem-se seus admiradores. A prova maior de seu prestígio: um telefonema do produtor de Chico, Almir Chediak, dizendo que o compositor exigia que duas músicas de seu song book fossem gravadas por ela. No jantar que reuniu os cantores da trilha do filme Amores Possíveis, Ana Carolina ficou frente a frente com Chico Buarque, seu maior ídolo. Trêmula, só conseguiu pronunciar o nome de seu novo CD, Ana Rita Joana Iracema Carolina. Chico sorriu. Percebeu que o título eram os nomes das mulheres cantadas por ele em suas músicas.
primeiro lugar nas rádios.
Dona de uma voz grave e potente, Ana
Carolina tem mania de vestir roupas pelo avesso
No sábado 5, a cantora Ana Carolina, 26 anos, pareceu ter acordado de um pesadelo. Com a perna esquerda imobilizada por causa da fratura na tíbia que sofreu ao bater o carro – um Mercedes Classe A que se chocou com um poste na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na terça-feira 1º – , ela revelou a sua mãe, Maria Aparecida de Souza, que estava pronta para ensaiar no dia seguinte. Pela primeira vez desde o acidente, que a deixou na UTI por um dia e lhe custou um corte na cabeça, Ana Carolina demonstrou vontade de continuar sua rotina e até deu gargalhadas. Apesar de não se lembrar do momento em que, cansada após um ensaio, perdeu o controle do carro, ela disse que o acidente foi um choque em sua vida. “Quero cuidar mais de mim agora.” Depois de ter cancelado a estréia do show de seu novo CD Ana Rita Joana Iracema Carolina em Belo Horizonte, a cantora chega dia 17 ao Canecão, no Rio, numa cadeira de rodas, e sobe aos palcos de muletas para estrear seu show.
Desde que recebeu alta do hospital Barra D’Or e foi para casa, no Recreio dos Bandeirantes, seu celular não pára. Recebeu telefonemas de Adriana Calcanhoto e Daniela Mercury, preocupadas com seu estado de saúde. Após lançar seu primeiro álbum, Ana Carolina, que vendeu 100 mil cópias, ela se tornou a queridinha de bambas como João Bosco, Rita Lee e Marina Lima. Em dois anos de carreira, viu ídolos que ouviu na vitrola durante a adolescência tornarem-se seus admiradores. A prova maior de seu prestígio: um telefonema do produtor de Chico, Almir Chediak, dizendo que o compositor exigia que duas músicas de seu song book fossem gravadas por ela. No jantar que reuniu os cantores da trilha do filme Amores Possíveis, Ana Carolina ficou frente a frente com Chico Buarque, seu maior ídolo. Trêmula, só conseguiu pronunciar o nome de seu novo CD, Ana Rita Joana Iracema Carolina. Chico sorriu. Percebeu que o título eram os nomes das mulheres cantadas por ele em suas músicas.
Lançado há um mês, o novo álbum já vendeu mais de 100 mil cópias. Está em primeiro lugar“Acho que já consegui
me diferenciar de Zélia Duncan
e Cássia Eller’’ Ana Carolina
em São Paulo e só perde para o último CD da Legião Urbana na lista dos mais vendidos no Rio. Desde o início do mês, a música “Quem de Nós Dois”, da trilha da novela Um Anjo Caiu do Céu, ocupa o primeiro lugar nas rádios. “Não esperava esse reconhecimento todo”, diz. Além da voz grave e potente, Ana Carolina é a única mulher no showbizz a tocar pandeiro. E aprendeu sozinha, aos 19 anos, assim como o violão e a guitarra. O ouvido foi apurado desde pequena. De família de músicos – sua avó cantava em rádio e seus tios-avós tocavam violino, cello, piano e percussão –, ela sempre soube seu destino, apesar de ter cursado Letras até o sexto período em Juiz de Fora. Nessa época, já se apresentava como cantora em barzinhos. Não demorou a ser convidada para cumprir uma temporada de shows no Teatro Municipal da cidade. Pediu ajuda a uma amiga, que indicou a atriz Zezé Motta para produzir o espetáculo. “Ela estava um pouco insegura porque o ambiente era formal. Mas encontrei uma cantora pronta”, lembra Zezé, que também assinou a produção do segundo show de Ana Carolina, ainda em Minas. “Na terceira vez em que me convidou, disse que só aceitaria se ela se apresentasse no Rio. Ela topou e sua carreira deslanchou.”
FUMAR CHARUTO Na infância, a cantora passava o dia no salão de cabeleireiro da mãe e fazia do rolo de cabelo seu microfone. Hoje, Ana Carolina freqüenta salões de beleza quase toda semana. “Sou muito vaidosa, esse é um de meus piores defeitos”, assume. Em relação à roupas, nem tanto. Uma de suas manias é vestir tudo pelo lado do avesso. Certa vez, ao entrar numa loja de grife levou a vendedora ao desespero ao sair de lá com um casaco caríssimo vestido ao contrário. “Já tive várias brigas com a minha mãe por causa disso”, diz.
A personalidade forte de Ana Carolina também se revela em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. A sala costuma ficar suja de respingos das pichações que a cantora faz quando pinta. Fumar charutos é outro hobby. “Só não posso fumar muito para não afetar minha garganta.” Ana Carolina não gosta de comparações. Com o timbre parecido com o de Cássia Eller e Zélia Duncan, ela põe panos quentes se o assunto é a semelhança musical. “Acho que já consegui me diferenciar delas. Ao mesmo tempo, fico honrada de saber que estou no mesmo patamar”, diz. Não age, porém, com a mesma desenvoltura ao falar sobre sua vida pessoal. Questionada sobre cantoras da MPB que assumem a opção homossexual, ela reage: “Você vai me perguntar se sou gay?”. Diante da afirmativa, ela devolve secamente: “Não gosto de falar sobre minha vida pessoal. Sou tímida”.
Fonte: IstoÉ
Ana Carolina e Daniela Mercury cantam juntas
Ana Carolina convidou Daniela Mercury para fazer uma participação especial no show que apresenta no dia 3 de junho, no Rock in Rio Café, em Salvador. A rainha do axé music, que está na capital baiana para fazer a pré-produção de seu novo álbum, não pensou duas vezes e aceitou de imediato o convite de Ana Carolina. Quem está trazendo essa apresentação para a cidade é Cristiano Rangel, noivo da atriz e apresentadora Luana Piovani.
Fonte: O Dia
Fonte: O Dia
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